quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Antologia do colunismo: o flanelinha mala
Deu hoje na coluna "Gente Boa", do Joaquim Ferreira dos Santos, no Globo. Também acho um saco ser chamado de "patrão" ou de "doutor".
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Alunos da FACHA produzem blog sobre Turmas de Rua
A coluna "Gente Boa", de Joaquim Ferreira dos Santos, no Globo de hoje, publicou nota sobre a Turma da Miguel Lemos, que fez história em Copacabana nos anos 50 e 60. "Turma de Rua" foi o tema de um blog que criei com uma de minhas turmas na faculdade no semestre que está terminando. A ideia era resgatar a história de turmas como a da Miguel Lemos, da Santa Clara, do Bob´s da Tijuca, do Imperator, no Méier e outras turmas que marcaram época na história popular do Rio. Pena que nem todo mundo conseguiu entender a ideia. Mesmo assim ainda vale a pena dar uma espiadinha. Clique aqui.
A nota publicada hoje no Globo
Um dos posts do blog justamente sobre a Turma da Miguel Lemos
A "capa" do blog Patota Carioca
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Febeapá vive*: Carla Perez passa mal ao saber da própria morte
* Febeapá: Festival de besteiras que assolam o país, de Stanislaw Ponte Preta.
Obrigado pelo link, Edgard.
Obrigado pelo link, Edgard.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Mulheres cantadas, tema de edição online experimental do Jornal Laboratório da Facha
Meus alunos de Secretaria Gráfica e Programação Visual da FACHA Botafogo estão produzindo e editando uma versão experimental online do Jornal Laboratório da FACHA. O tema é "Mulheres Cantadas", uma homenagem às musas da MPB. De Amélia e Conceição a Helô Pinheiro (a Garota de Ipanema), de Xica da Silva a Ana Júlia, das mulheres do Chico às mulheres do Lenine. Os alunos criaram também um blog. Quem acha que os tempos do cuspe e giz e das matérias copiadas em cadernos espirais para serem decoradas para a prova final ficaram para trás, deve clicar aqui.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Novo site do Globo não permite mais apelidos nos comentários. Alguns leitores estão reclamando
Estou acompanhando as mudanças do novo site no Globo. Vejam o que saiu no blog "Nas Redes", assinado pelo Pedro Dória. Vale a pena refletir. Em alguns casos sou contra o anonimato. Tem gente que usa fakes para ofender. Mas há controvérsias. Você já pensou nisso?
Leia:
Leia:
Confira o que muda no site do GLOBO
Site novo é sempre assim: a gente ouve elogios que são um barato ouvir. E críticas, também – é nossa obrigação responder. Desde que o novo Globo foi ao ar, grudamos no email, Twitter, Facebook, Google+ e tantos outros caminhos escolhidos por vocês para comentar. São três as questões levantadas com maior frequência. Vamos a elas:
Cadastro novo?
Pois é: quem comenta nos blogs precisará fazer um novo cadastro. Devíamos ter avisado antes para deixar a todos preparados mas, no meio de todos os preparativos para uma mudança tecnológica de grande porte, vacilamos. Pedir desculpas é o mínimo.
O novo cadastro é o Cadun, Cadastro Único da Globo.com. Ele permite acesso aos comentários cá nO Globo mas também em outros sites do portal. Muitos já o tem, basta fazer login. Para quem não fez, é coisa rápida: nome, email, data de nascimento. Só.
Há uma diferença em relação ao cadastro anterior: não há apelidos. Apelidos em comentários são uma tradição da internet, mas isso está mudando. As duas comunidades virtuais que mais crescem, Facebook e Google+, não permitem apelidos. É que quando todo mundo assina o próprio nome, a qualidade da conversa melhora. O nível de cortesia aumenta.
Sabemos que, no caso do nome, a mudança é polêmica. Assinar comentários anonimamente tem lá seus convenientes. Mas acreditamos que um espaço de conversa mais franco e agradável pode surgir desta mudança, assim como tem acontecido nas mídias sociais.
Onde estão os comentários das matérias?
Nos blogs, como é o caso deste aqui, os comentários seguem onde estavam antes. Mas eles não aparecem nas matérias. Estamos nos retorcendo aqui: como fazem falta. Comentários de leitores são um termômetro importante para a redação e um espaço necessário para o debate.
Os comentários vão voltar. Não estão aqui ainda por um problema técnico. O site dO Globo não mudou só de layout, mudou também de plataforma. O software que usamos para a publicação é novo. A mudança era necessária por dois motivos. Primeiro porque o programa anterior já era antigo, faltavam ali várias funcionalidades necessárias para a internet de hoje. E, depois, porque integramos a antiga redação do Globo online com a do jornal. São mais jornalistas produzindo tanto site quanto jornal. Para que o processo funcionasse bem, era necessário um único programa capaz de receber textos, fotos e vídeos e distribuí-los tanto pelas plataformas digitais quanto o tradicional impresso. Só que programa novo às vezes é assim: algumas coisas não funcionam direito de primeira, têm de ser ajustadas. Neste caso, os comentários foram vítimas. Mas, tão cedo quanto possível, eles estarão de volta.
Onde está o plantão?
O antigo plantão era a lista das notícias mais recentes publicadas no site. Esta lista continua existindo logo abaixo da caixa de Seleção O Globo.
Mas há também uma mudança de conceito. O jornalismo vive esta tensão entre a notícia apressada e aquela confirmada, pensada e publicada. Qualidade jornalística não desaparece com a internet. Sites de veículos tradicionais como o americano New York Times, o britânico Guardian ou o espanhol El País mostram que qualidade convive perfeitamente com grandes audiências online. A responsabilidade jornalística é da natureza dO Globo. Sim: persistimos com pressa de publicar e informar nossos leitores. Ter fome de furo, de dar primeiro, está na nossa natureza como jornalistas. No entanto, queremos oferecer mais do que a notícia apressada. Aqui, leitor, estará uma notícia viva. Ela pode nascer com três frases, mas não terminará aí como o velho plantão. Vai crescer ao longo do dia, conforme sabemos de mais fatos, confirmamos informações e temos a capacidade de oferecer contexto. Qualidade é nossa prioridade.
O novo cadastro é o Cadun, Cadastro Único da Globo.com. Ele permite acesso aos comentários cá nO Globo mas também em outros sites do portal. Muitos já o tem, basta fazer login. Para quem não fez, é coisa rápida: nome, email, data de nascimento. Só.
Há uma diferença em relação ao cadastro anterior: não há apelidos. Apelidos em comentários são uma tradição da internet, mas isso está mudando. As duas comunidades virtuais que mais crescem, Facebook e Google+, não permitem apelidos. É que quando todo mundo assina o próprio nome, a qualidade da conversa melhora. O nível de cortesia aumenta.
Sabemos que, no caso do nome, a mudança é polêmica. Assinar comentários anonimamente tem lá seus convenientes. Mas acreditamos que um espaço de conversa mais franco e agradável pode surgir desta mudança, assim como tem acontecido nas mídias sociais.
Onde estão os comentários das matérias?
Nos blogs, como é o caso deste aqui, os comentários seguem onde estavam antes. Mas eles não aparecem nas matérias. Estamos nos retorcendo aqui: como fazem falta. Comentários de leitores são um termômetro importante para a redação e um espaço necessário para o debate.
Os comentários vão voltar. Não estão aqui ainda por um problema técnico. O site dO Globo não mudou só de layout, mudou também de plataforma. O software que usamos para a publicação é novo. A mudança era necessária por dois motivos. Primeiro porque o programa anterior já era antigo, faltavam ali várias funcionalidades necessárias para a internet de hoje. E, depois, porque integramos a antiga redação do Globo online com a do jornal. São mais jornalistas produzindo tanto site quanto jornal. Para que o processo funcionasse bem, era necessário um único programa capaz de receber textos, fotos e vídeos e distribuí-los tanto pelas plataformas digitais quanto o tradicional impresso. Só que programa novo às vezes é assim: algumas coisas não funcionam direito de primeira, têm de ser ajustadas. Neste caso, os comentários foram vítimas. Mas, tão cedo quanto possível, eles estarão de volta.
Onde está o plantão?
O antigo plantão era a lista das notícias mais recentes publicadas no site. Esta lista continua existindo logo abaixo da caixa de Seleção O Globo.
Mas há também uma mudança de conceito. O jornalismo vive esta tensão entre a notícia apressada e aquela confirmada, pensada e publicada. Qualidade jornalística não desaparece com a internet. Sites de veículos tradicionais como o americano New York Times, o britânico Guardian ou o espanhol El País mostram que qualidade convive perfeitamente com grandes audiências online. A responsabilidade jornalística é da natureza dO Globo. Sim: persistimos com pressa de publicar e informar nossos leitores. Ter fome de furo, de dar primeiro, está na nossa natureza como jornalistas. No entanto, queremos oferecer mais do que a notícia apressada. Aqui, leitor, estará uma notícia viva. Ela pode nascer com três frases, mas não terminará aí como o velho plantão. Vai crescer ao longo do dia, conforme sabemos de mais fatos, confirmamos informações e temos a capacidade de oferecer contexto. Qualidade é nossa prioridade.
(Por @pedrodoria)
sábado, 12 de novembro de 2011
Globo muda site e mostra bastidores da redação
Vale a pena visitar o novo site e principalmente ver o vídeo acima. Clique aqui. Veja também: "Por trás da página há uma redação". E ainda: "Por trás da tela, outro modo de produzir".
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Mulheres cantadas na FACHA
Meus alunos de Secretaria Gráfica e Programação Visual, em Botafogo, estão produzindo uma edição online do Jornal Laboratório e um blog sobre as musas da MPB. O nome do Blog é "Mulheres cantadas". Se quiser conhecer, clique aqui.







