sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Ó nós no "Nós da Comunicação" (Recomendada pelo "doutor" PC)



Mais 15 minutos de fama. E não é que a Jaíra Reis, da Casa do Cliente e do belo portal "Nós da Comunicação", botou no ar a minha entrevista! Espero agradar. Mas pessoalmente sou mais bonito e charmoso. Não fotografo bem.

http://www.nosdacomunicacao.com/multimidia_int.asp?id=140&tipo=EN

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

O Melhor do Colunismo "Social" 17 - Maxxxo com 3 xis

O Melhor do Colunismo "Social" 16: mais barato que na Disney



Deu na Danuza.

Lançamento de livro "Teorias do rádio" (Segundo volume), de Eduardo Meditsch e Valci Zuculoto



Valci Zuculoto avisa que está lançando novo livro (em Florianópolis):

LOCAL: Restaurante Píer 54, na avenida Beira Mar Norte, junto à ponte Hercílio Luz,
DATA: 17 de novembro (segunda-feira)
HORA: às 19 horas

Mas creio que em breve estará disponível nas "boas casas do ramo".

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Fim da Guerra no Iraque. Deu no "New York Times". Estadão também divulga "trote"

http://www.estadao.com.br/internacional/not_int276618,0.htm

Fim da Guerra no Iraque. Deu no "New York Times". Mas é "pegadinha"



Acabo de ler no blog do Sérgio D´Ávila, via UOL.

Grupo distribui New York Times falso

"O grupo ativista de "trotes progressistas" Yes Men, sobre o qual você já leu nesse blog, começou a distribuir ontem à noite e continuou ao longo do dia de hoje 1,5 milhão de cópias falsas do New York Times em Nova York e em Los Angeles. O jornal tem data de 4 de julho do ano que vem e traz a manchete "Acaba a Guerra do Iraque" e notícias como o Tesouro anunciando um plano de impostos sensato, o Ato Patriota sendo revogado e George W. Bush sendo julgado por cimes de guerra.

A circulação é quase a mesma do New York Times de verdade, e eles contaram com um exército de voluntários para distribuir os jornais, pessoal que pegou os pacotes ontem à noite e na manhã de hoje. A preparação toda foi feita por códigos, e os Yes Men criaram dois sites, um para a operação, BecauseWeWantIt, e outro com um time de advogados para liberar rapidamente o distribuidor que fosse preso pela polícia. Os jornais estão sendo entregues nesse momento nas entradas dos metrôs de Manhattan e em outros lugars. Às 12h locais, o pessoal dá uma coletiva explicando tudo".

Mancadas da Imprensa: Cadê a esposa que estava aqui?



Essa dica quem me passou foi minha talentosa aluna Daniele Garcia (escritora das boas). E ainda fez o comentário:

"Ou ele é tarado, ou a mulher dele é muito magrinha...".

Deu no Lance.

Profissão repórter. E vidente



Pesquei no Kibe. Vocês viram?

Novidade no Jornalismo: holograma e nuvem de tags



Deu hoje no caderno de Informática da Folha.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Já vai tarde!



Que fotaça! Quem me chamou a atenção para essa foto foi o professor Senna, hoje de manhã, na FACHA. A foto é de Tim Sloam (AFP).

Fotosacana: Terror no Banco Central



A foto é de Maurício Lima (AFP) e foi publicada no Globo.

"Jornalismo de Investigação em perigo", Ígor Lopes (de Lisboa)



Ígor Lopes, correspondente do blog em Portugal, participou de um seminário sobre "Jornalismo de Investigação" em Lisboa, no último fim-de-semana. O texto é exclusivo. Um resumo do que aconteceu.

Jornalismo de investigação em perigo
Ígor Lopes
(De Lisboa)

"Fui alvejado, atropelado e ameaçado.
Trabalhei sob disfarce em alguns casos.
As pessoas não gostam de jornalista de investigação
".
(Don Hale, jornalista inglês)

"Tive o meu carro destruído
no seguimento de um caso de
entorpecentes que eu divulguei numa revista.
Tive inclusive de mudar de casa".

(Mando Preto, jornalista português)

O Museu da Comunicação, em Lisboa, foi palco do primeiro Congresso Internacional de Jornalismo de Investigação e Novos Meios Tecnológicos, no dia 7 de novembro. O evento contou com a presença dos jornalistas Don Hale, do Reino Unido, Mark Briggs, dos Estados Unidos, e dos portugueses, Ricardo Fonseca e Manso Preto.

A presença de dois grandes nomes do jornalismo internacional foi o mote para atrair dezenas de profissionais, professores e estudantes de jornalismo. Segundo a sua organização, o objetivo do congresso foi “chamar a atenção para a importância da investigação jornalística séria e credível”. Uma das propostas foi incentivar os jornalistas portugueses, os professores e os estudantes de comunicação social a refetir sobre a problemática do jornalismo na vertente da investigação apoiados pelas novas teconologias.

Um dos oradores mais aguardados foi Don Hale. Este jornalista de investigação foi vencedor do prêmio da liberdade internacional atribuído pelo governo britânico. Hale é conhecido pela sua investigação jornalística, de mais de oito anos, que veio a provar a inocência de Stephen Downing, condenado por homicídio e preso durante 27 anos. O caso foi transformado em série de televisão pela BBC. Na altura, este profissional recebeu o prêmio de melhor jornalísta britânico e melhor campanha de investigação do ano, na Grâ-Bretanha.

Don Hale falou sobre os caminhos da investigação, lembrando que as ameaças fazem parte dessa profissão. “Fui alvejado, atropelado e ameaçado. Trabalhei sob disfarce em alguns casos. As pessoas não gostam de jornalista de investigação”, contou.

Uma das grandes questões do insucesso da investigação no jornalismo é o fato dos diretores dos órgãos de comunicação não dedicarem muito tempo a esse assunto. “Não fui apoiado pelo jornal onde trabalhava durante o caso Downing. Fui inclusive ameaçado de despedimento”, recorda Hale.

Já Mark Briggs, autor do livro “Journalism 2.0: How to survive and thrive in the digital age”, falou sobre a importância da tecnologia no panorama jornalístico no mundo.

Especialista em notícias interativas, Briggs liderou as operações on-line no The Herald, como administrador de conteúdos, chefe de equipe e diretor da New Media. Durante esse período, o The Herald recebeu vários prêmios de inovação on-line.
Para este profissional, a internet veio ajudar a promover o jornalismo. Com o advento dos novos meios tecnológicos, surgem novos conceitos na profissão, que passam por, segundo Briggs, transparência, autenticidade e colaboração. “Há ainda o surgimento de novas ferramentas sociais, como o facebook, myspace, hi5 ou orkut, que podem ser fontes de histórias fantásticas para o jornalismo”, acredita o jornalista americano.

Para defender o caso português de investigação, o jornalista Ricardo Fonseca, da revista generalista Visão, foi autor de uma das melhores apresentações do dia. Esbanjando experiência, Ricardo alertou para o fato de que para caminhar no jornalismo de investigação é preciso digerir ameaças e a dificuldade de ter acesso à fontes de informação preciosas e a documentos confidenciais.

Para o jornalista, é preciso haver, por parte do profissinal de comunicação social, muita paciência e intuição. “O jornalista deve ir ao encontro da história. Sair da redação e conhecer quem são as suas fontes e quais são os seus objetivos é fundamental”.

Ricardo Fonseca fez já reportagens sobre os mais diversos temas, desde o fenômeno das máfias de Leste à construção ilegal ao longo da costa portuguesa. Ricardo trabalha com temas ligados à justiça, crime e segurança.

Manso Preto foi o primeiro jornalista em Portugal a ser condenado por se recusar a revelar as suas fontes. Autor do livro “Minho Connection”, este jornalista de investigação free-lancer diz-se desmotivado com a situação da investigação em Portugal.

“Tive o meu carro destruído no seguimento de um caso de entorpecentes que eu divulguei numa revista. Tive inclusive de mudar de casa”, afirma Mando Preto, que recorda que não pode haver investigação sem a garantia das fontes e que, em Portugal, é impossível fazer investigação com as leis atuais”, finaliza.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Cultura, sim SENHOR (A revista SENHOR)







No semestre passado, desenvolvi com meus alunos da FACHA Méier um blog sobre a revista SENHOR. Sexta-feira fiquei feliz ao receber na Faculdade a edição 21 da série Memória dos Cadernos de Comunicação. O tema: revista Senhor.

O endereço do blog: http://culturasimsenhor.zip.net/index.html

Essa é do tempo em que os repórteres iam à ruas



Que bela crônica do Joaquim publicada no Globo de hoje! Aula de Jornalismo.

Clique na imagem para ler o texto.

Quem lê tanta notícia? Até que a morte os separe. Quer dizer, junte



Acaba de dar no Globo online.

domingo, 9 de novembro de 2008

Antologia do colunismo. Amigo da onça



Deu na coluna Painel, da Folha.

Antologia do colunismo. Humor negro



Deu no Ancelmo.

Você sabia? Brasileira criou logotipo do Google



Deu hoje no caderno de Economia da Folha de S. Paulo.

Obamania. Obama em livros



Obamania. Isto é Obama, na Folha





Estou tirando parte do domingo para ler as matérias de jornais sobre a eleição do Obama. Imperdível o caderno "Mais" da Folha de hoje. Esses recortes também são interessantes.

Obamania. A cobertura da Imprensa



Pequena entrevista publicada no Globo com um professor da Universidade de Columbia sobre a cobertura das eleições nos Estados Unidos.

Obamania. Em todo lugar tem alguém da FACHA: Eduardo Neiva no Globo



Deu essa semana no Globo. Eduardo Neiva foi diretor da FACHA. O escritor, jornalista e professor Dênis de Moraes foi quem me "inventou" como professor. Fui contratado durante a gestão do Neiva. O cara acreditou em mim.

Perú molhado é duro. Com Obama



Vocês conhecem o Peru Molhado, né?

Deu hoje na coluna do Joaquim, no Globo.

Qual o papel do jornal impresso? Jornal só serve para embrulhar peixe e forrar gaiolas?

Carlos Eduardo Lins da Silva, ombudsman da Folha de S. Paulo, volta a questionar a forma como os jornais tratam as notícias em dias de jornalismo online. Não deixem de ler.

Notícia velha para embrulhar peixe

Na quarta, só 52 mil das 330 mil cópias saíram com a notícia de que Obama havia sido eleito porque o jornal preferiu não esperar para não chegar atrasado

NUMA PAREDE à entrada da sala de reuniões do nono andar do prédio da Folha está discretamente pendurada há pelo menos 25 anos uma natureza-morta: um cacho de bananas, envolto em páginas deste jornal.

O quadro pode ter cumprido, neste quarto de século, saudável função pedagógica: induzir os jornalistas mais graduados da Redação a certa dose de humildade por confrontá-los com o destino reservado ao produto que fazem.

Um pouco à maneira como filósofos existencialistas idealizavam fazer ao sugerir que todas as pessoas andassem sempre com um cartaz pendurado, para ser visto por todas as demais, com as palavras: "você vai morrer".

Esta semana poderia levar os dirigentes da Folha a considerar a possibilidade de transferir a pintura de sua modesta posição atual -compatível com seu nível de qualidade artística- para lugar central no quarto andar, a Redação, de modo que todos os jornalistas a pudessem ver e pensar.

É antigo o axioma "jornal velho só serve para embrulhar peixe". Mas era empregado em referência ao jornal da véspera. Ao do dia, em princípio, dava-se o status de algo mais útil.

Mas notícia velha, não importa se publicada hoje ou ontem, só serve mesmo para embrulhar peixe. Ou bananas.

O leitor da Folha teve todo direito de perguntar se fez bem ao gastar R$ 2,50 na segunda-feira para "ficar sabendo" que Felipe Massa ganhou o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, mas perdeu o título mundial de pilotos. Ou na terça, quando pegou o seu jornal e "descobriu" que os bancos Itaú e Unibanco haviam se fundido.

Esses fatos eram do conhecimento de praticamente todos os brasileiros minimamente interessados por informação muitas horas antes de a Folha chegar às bancas ou à casa de seus assinantes. Rádio, TV, internet já os haviam martelado por horas e horas.
Qual o sentido, então, de as manchetes os repetirem sem tirar nem pôr? Registro histórico, dirão alguns.

Se o jornal impresso precisa mesmo reafirmar o sabido para que daqui a décadas os historiadores o compilem ordenadamente, tenho certeza de que a competente editoria de Arte do jornal será capaz de criar uma seção atraente, mas pequena, até mesmo na primeira página, em que os assuntos principais da véspera fiquem registrados.

Mas que os destaques sejam para algo que o leitor ainda não sabe, algo que o surpreenda, o estimule a ler, lhe dê vontade de encarar o jornal, faça com que ele sinta ter feito um bom negócio ao comprá-lo.

Pior do que repetir o que todo mundo já sabia na véspera é reproduzir oito dias depois o já publicado em outro diário. É o que a Folha faz ao editar suplemento semanal com matérias do "New York Times".

O "Times" é um dos melhores e mais influentes jornais do mundo. É ótimo oferecer ao leitor brasileiro acesso ao que lá se escreve.

Mas precisa ser com tanto atraso? Na estréia do caderno saíram até artigos já dados aqui no Brasil por concorrentes deste jornal. E que ele próprio poderia ter oferecido ao leitor antes, já que tem direito de reproduzi-los.

Além de velho, o material do "Times" apareceu em edição canhestra, comparada com a original: fotos pequenas e mal cortadas, diagramação espremida. Não sei que vantagem o leitor leva com esse suplemento.

Para completar o capítulo da obsolescência da informação do jornal nesta semana, ainda houve a eleição americana. Ali, sim, o jornal impresso poderia trazer algo desconhecido dos brasileiros, que dormiam enquanto os votos eram apurados nos EUA. Mas a maioria dos leitores acordou com a Folha como fora para a cama: desinformada.
Apenas 52 mil das 330 mil cópias saíram com a novidade de que Obama havia sido eleito (33% dos exemplares da cidade de São Paulo).

O jornal preferiu não esperar para não chegar atrasado. Não sei quantos leitores gostaram dessa decisão. Assim como não consigo entender até hoje por que as novas tecnologias de produção de jornal impresso, em vez de permitir que o processo de fechamento da edição seja mais longo, o tenham encurtado em relação ao que era no passado.

Reparto a frustração dos que me escreveram para reclamar de não terem visto no seu jornal a notícia da vitória de Obama: eu não estava entre os 52 mil premiados com a edição das 2h23.

O jornal impresso tem desafios fundamentais à frente se quiser sobreviver. Ou ele se reinventa ou se torna irrelevante.

Se resolver continuar repetindo o que os outros meios informam mais rapidamente e com mais vibração, haja peixe e banana para embrulhar.

O amor é lindo! E tome Obamania




Taí. Eu gosto desse casal. O mundo precisa disso, como diriam os Beatles. All you need is love.

Ainda mais depois de anos aturando aquele belicista ignorante na Casa Branca.

sábado, 8 de novembro de 2008

Obama lá. Yes, we can



Meu camarada Gilson Caroni acaba de enviar esse link maravilhoso. IMPERDÍVEL.

Obama, uma boa notícia para os jornais




Deu na Folha, deu no Globo. Que grande notícia! Será que vai ser assim em todo o governo?

Em todo lugar tem alguém da FACHA. Na Casa Branca também




Recordar é viver. É bom que o nosso colega Gilvan Nascimento, do Laboratório de Artes Gráficas, evite ir aos Estados Unidos nos próximos 5 ou 8 anos. Com quem ele se parece?

"Odeio Jornalistas!", Cachorro morde repórter, Luana Piovani diz que são chatos



Deu no Globo (na Internacional, no Ancelmo e no Joaquim). E ainda teve aquela mala do "costureiro" e arroz de festa Valentino que mandou os seguranças bater nos jornalistas. Ontem não foi o dia da nossa "raça".

Au, au.

Alô alô Repórter Esso, alô!



Que bela resenha do João Batista de Abreu publicada no caderno "Prosa & Verso" do Globo de hoje. JB, meu contemporâneo em O Globo, é gente boa e muito talentoso. Além disso, é botafoguense. Prova de bom gosto. Já divulguei esse livro aqui no blog. Agora fiquei com vontade de ler. Mas haja dindim pra comprar tantos livros! Vou esperar o 13º salário para comprar esse e o livro abaixo (sobre Assessoria). Essa semana encomendei mais três livros sobre Jornalismo.