sábado, 15 de junho de 2013

Jornalismo e livro digital: o novo casamento da Mídia


Para ler é só passar a mãozinha nas imagens

Deu hoje no Globo. Interessante. Recomendo a leitura.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Celulite de Maria Sharapova gera polêmica

Deu domingo na coluna da Suzana Singer, da Folha.

A CELULITE DA CAMPEÃ
Folha sentiu a força e a fúria das redes sociais nesta semana. Uma nota machista na "FolhaCorrida" virou assunto na internet e resultou em 172 mensagens ao jornal.
Acima da foto da tenista Maria Sharapova, que mostrava um pouco de celulite na sua coxa, saiu o título "Quase Perfeita" e um texto dizendo que a tenista "supera a chuva, mas não a celulite".
As leitoras ficaram furiosas. Em vez de pedir desculpas pela grosseria, a Redação justificou-se dizendo que "foi uma tentativa de usar humor com a imagem da atleta, que tem status de celebridade não só pelos resultados em quadra mas também por sua aparência".
Os moços da Redação deveriam prestar mais atenção a uma das máximas do colunista Xico Sá: "homem que é homem não sabe, nem procura saber, a diferença entre estria e celulite".

E o passaralho passou na Folha!

Deu na coluna da Suzana Singer, ombudsman da Folha.
Desequilíbrio
Folha elimina 24 vagas e fecha 'Equilíbrio', de olho num futuro de "Redação enxuta e jornal menor"
Folha enterrou o caderno "Equilíbrio", concebido há 13 anos com a promessa de ajudar o leitor a viver com "menos estresse".
O que era um tabloide semanal de oito páginas sobre saúde e comportamento, com seis colunistas, vira um arremedo do que foi, agora publicado como uma página em "Cotidiano", nos mesmos moldes do "Folhateen" na "Ilustrada".
O fim do suplemento foi anunciado num corte que incluiu o fechamento de 24 vagas na Redação (6% do total) e o desligamento da colunista Danuza Leão. É a segunda leva de demissões em um ano e acontece na sequência das feitas pelo "Estado de S. Paulo" e pelo "Valor" --a Editora Abril começou sua "reestruturação" na sexta-feira passada.
Parece que os jornalistas brasileiros estão vivendo o pesadelo que os colegas americanos enfrentaram nos últimos anos. Nos EUA, onde se registrou queda violenta da circulação e da receita publicitária, as vagas nas Redações de jornais encolheram 26% desde 2007.
Hoje, esses veículos empregam 40.600 profissionais, um pouco menos do que em 1978, quando eram 43.000. É um retrocesso de 35 anos.
A sangria dos anunciantes do impresso, nos EUA e na Europa, não vem sendo compensada pela publicidade na internet. Os jornais americanos calculam que, para cada dólar ganho com publicidade nos seus sites, tenham sido perdidos US$ 15 no impresso (dado de 2012).
A situação é melhor na Ásia, graças ao crescimento de vendas de jornais na China e na Índia.
Por aqui, os jornais não cansam de divulgar dados otimistas sobre si mesmos. A Folhapublicou, em março, que a publicidade em jornais cresceu 0,7% no ano passado. Segundo o "Estado", a circulação geral aumentou 1,8% nesse período.
Se está tudo bem, por que sacrificar o produto? A Secretaria de Redação diz que o caderno "Equilíbrio" foi extinto porque "não era mais viável economicamente".
Sobre as demissões, afirma que "o fraco desempenho da economia obrigou a Folha a fazer ajustes pontuais em suas despesas".
Segundo a Secretaria de Redação, "o crescimento da receita publicitária é menor que a inflação" e o aumento de circulação veio principalmente dos "jornais populares".
A situação econômica da Folha é boa, a empresa não tem dívidas, mas, segundo a direção, "as Redações do futuro deverão ser cada vez mais enxutas, assim como o produto impresso".
É uma fórmula difícil de dar certo: estruturar um jornal menor, mas mais sofisticado para fazer frente às informações gratuitas oferecidas na internet, com uma equipe reduzida e menos experiente, encarregada também de manter um site de notícias 24 horas.
Enquanto um novo modelo de negócio não se impõe, é assim que as empresas de mídia estão tocando o barco. Aos que acreditam que o jornalismo de qualidade faz bem à democracia resta torcer para que a travessia dê certo.
Aos fãs de Rosely Sayão: a colunista continuará escrevendo na página de "Equilíbrio", no "Cotidiano".

"O futuro do Jornalismo estava na Gávea", Elio Gaspari

Interessante este texto do Elio Gaspari publicado na Folha de hoje. Especial para alunos de Jornalismo.

"A ventania reformadora dos meios de comunicação voltou ao Brasil da pior e da melhor maneira. Cortaram-se vagas e poderão ser extintos títulos que fizeram história. Esse é o aspecto fim do mundo. Há o outro, do mundo novo. De sua casa na Gávea, o jornalista Glenn Greenwald explodiu um dos grandes segredos do governo americano jogando o companheiro Obama no fosso da falta de credibilidade. Ele grampeia o mundo, inclusive seus cidadãos.

Nunca na história deste país notícia tão importante saiu daqui, muito menos da Gávea. A imprensa americana tem dezenas de repórteres especializados em segurança nacional. A maioria trabalha em Washington, com bons salários e incríveis fontes. Os mais afortunados vão todo ano ao jantar dos correspondentes da Casa Branca, com direito a tapete vermelho e a acompanhantes famosas. Pois foram batidos por um repórter que, desde 2007, trabalha no Rio. Depois de passar pelo site "Salon", Greenwald está no jornal inglês "The Guardian". Seu principal instrumento de trabalho é o computador.

Em 1969, Daniel Ellsberg, um analista do Departamento de Defesa Americano, desencantou-se com a política de seu governo no Vietnã e começou a copiar 47 volumes de um relatório secreto. Ralou meses dormindo pouco e gastou o equivalente a US$ 20 mil. Ofereceu-os a dois senadores e nenhum deles quis se meter na encrenca. Cinco meses depois, convenceu um repórter do "New York Times" a entrar no caso. O jornal levou mais três meses para digerir o material e, em junho de 1971, surgiram os inesquecíveis "Pentagon Papers". Em 2009, o soldado Bradley Manning baixou 750 mil telegramas secretos do governo americano em CDs de canções de Lady Gaga. Num só, em alguns minutos, caberiam cinco cópias dos "Pentagon Papers". Ele mandou o material para o site Wikileaks e deu no que deu.

Da Gávea, Greenwald recebeu as informações mandadas por um técnico da National Security Agency que trabalhava para a Booz Allen Hamilton. Sabia-se que a NSA inaugurará em outubro uma central de dados no deserto de Utah com capacidade para armazenar dez vezes tudo o que há na internet. A denúncia de que Obama grampeia o mundo veio de Edward Snowden. Ele tem 29 anos, vivia no Havaí, foi para Hong Kong e de lá remeteu as informações. Valeu-se de Greenwald porque respeita seu trabalho no "Guardian", jornal centenário, com uma tiragem de 200 mil exemplares e um site grátis.

Seu prestígio vem da qualidade de seus repórteres e do discernimento de seus editores. O que Greenwald fez foi buscar notícia e, graças à internet, recebeu-a, na Gávea. A internet não ameaça o jornalismo. Pelo contrário, facilita-o, desde que o repórter saiba o que deve procurar, faça-se respeitar por quem tem o que ele busca e haja nas Redações o entendimento de que notícia ajuda, não atrapalha a rotina de uma edição.

As duas maiores notícias do século ("a guerra acabou" e "Kennedy está morto") foram divulgadas contrariando as convenções jornalísticas. A rendição alemã estava embargada e o repórter que a pôs no ar foi punido. A morte do presidente foi anunciada sem que a informação fosse confirmada e, obviamente, foi desautorizada pela Casa Branca. Sacrossanta internet, a notícia sai do Havaí, passa por Hong Kong e pousa na Gávea.

Até o New York Times pode entrar na "maldita" onda do Jornalismo Patrocinado

Para ler é só passar a mãozinha no recorte

Deu na Folha. Quase esqueço de postar aqui. Vale a leitura.

Infográfico bom é isso aí!


Que beleza de infográfico sobre o Neymar que saiu na Folha. Tinha esquecido de mostrar aqui.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Como se faz um livro-reportagem. Palestras na Estação das Letras


Recomendo. Especialmente a do meu querido amigo Mauro Ventura.

Jornal Laboratório Experimental sobre a cerveja feito por alunos da Facha Méier está quase pronto

Estamos quase nos finalmentes. As páginas estão quase prontas. Faltando apenas textos, títulos, legendas e acabamento. O trabalho está sendo desenvolvido pelos meus alunos de Secretaria Gráfica - Noite.














sábado, 1 de junho de 2013

O jornal que virou café



Deu hoje no caderno "Mercado" da Folha.

Profissão: apontador de lápis


Só um Mestre de verdade (e não possuidor de pedaço de papel) para escrever uma delícia dessas. Os bobinhos pseudo-acadêmicos vão achar que é "abobrinha".

sexta-feira, 24 de maio de 2013

O nada se cria tudo se copia assumido


Interessante. Para os amantes da arte nas páginas. Deu hoje na coluna "Por dentro do Globo".

terça-feira, 21 de maio de 2013

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Workshop para iniciados em fotografia

Meu camarada Lula David, ex-repórter fotográfico dos bons tempos do JB, deu a dica.


segunda-feira, 13 de maio de 2013

Cenas famosas de filmes, tema de jornal experimental de alunos da FACHA - Parte 2



Mais duas alunas fecharam parte do jornal experimental que estou realizando com a turma sobre "Cenas de Cinema". Dessa vez sobre cenas de suspense e terror. Veja apenas o visual acima.

domingo, 12 de maio de 2013

Uma aula de Jornalismo em poucas linhas

Textaço do Mestre Cony na Folha de hoje. E divertido. O final é impagável.


quarta-feira, 8 de maio de 2013

Quando é que jornalistas vão aprender a contar?


Não é de hoje e nós, coleguinhas, sabemos bem. Jornalistas não sabem lidar com números. E não foi diferente com o editor do "Painel FC" da Folha. A soma de 25 + 9 na minha matemática é igual a 34; e não a 33.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

A nova Carta Capital

A Carta Capital mudou. Novo projeto gráfico. Lançaram hoje. Adoro novos projetos. Veja o vídeo abaixo.



terça-feira, 30 de abril de 2013

Ah se Stanislaw Ponte Preta* fosse vivo!


Morador de rua é condenado à prisão domiciliar! Pode isso, Arnaldo? Deu no G1.

* Stanislaw Ponte Preta, Sérgio Porto, criador do Febeapá (Festival de Besteiras que Assolam o país).

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Cenas famosas de filmes, tema de jornal experimental de alunos da FACHA

Meus alunos de Secretaria Gráfica (Botafogo) do atual semestre estão produzindo como tema de VA um jornal laboratório experimental sobre cenas famosas de filmes. Abaixo os rafes (ainda sem texto e acabamento) da página central (sobre os filmes de Chaplin) e de uma das páginas (sobre um cara que reproduz cenas de filmes em lego). Em breve mostro mais páginas para quem se interessar.



O que há por trás do encolhimento dos jornais, segundo a ombusman da Folha


Interessante. Leitura imperdível para estudantes de Jornalismo. Deu hoje na coluna da Suzana Singer, ombudsman da Folha. Para ler é só passar a mãozinha.

sábado, 27 de abril de 2013

Tuiteiro não é repórter


Taí. Bom artigo do Álvaro Pereira Júnior na Folha de hoje. Botou as coisas no devido lugar. Concordo com ele. Para ler é só passar a mãozinha.

sábado, 13 de abril de 2013

A foto da semana: Solidéu Voador


Deu na capa do Globo.

Ler José Castello é ler bom texto

Muitas vezes meus alunos me perguntam o que é um bom texto. Geralmente sugiro que eles leiam Sabino, Rubem Braga, Millôr, Drummond e muitos outros. O que temos para hoje? Leiam esse José Castello publicada hoje no caderno "Prosa & Verso" do Globo. Especialmente o começo e o fim do artigo para quem quiser entender o que é uma boa construção de texto sem afetação.



O futuro do jornal impresso e do mercado digital



Embora seja um assunto de maior interesse dos patrões, é claro que vale a leitura. Deu hoje no Globo.

Para ler é só passar a mãozinha.

A história contada pelos vencidos em festival em Diamantina



Adoro história, adoro Diamantina. Se eu pudesse, iria. Recomendo a leitura. Alunos de Jornalismo têm que estar ligados em história.

Deu hoje no Globo.

Para ler é só passar a mãozinha.

Vice*, o novo "Império da Mídia"

Para ler é só passar a mãozinha

Vale a pena ler esse texto do Álvaro Pereira Júnior publicado hoje no caderno "Ilustrada" da Folha. Para checar o site da "Vice" brasileira, clique aqui.

* Atenção, vascaínos: o nome Vice não é nenhuma provocação ao Vasco.

Alunos da Facha Méier criam o "Blog da gelada"

O tema escolhido pelos meus alunos de Secretaria Gráfica e Programação Visual para esse semestre foi a gelada, a loura, a preferência nacional. Os alunos vão fazer uma edição especial do JL Méier Experimental. Criaram também um blog e uma página no facebook. O blog ainda está no início, mas vale a pena uma "degustação". Clique aqui.


terça-feira, 2 de abril de 2013

Alunos da Facha criam o "Chama o síndico", o blog do Tim Maia


Meus alunos de Documentação Gráfica e Audiovisual já colocaram no ar o blog "Chama o Síndico", em homenagem a Tim Maia. Está no início ainda mas vale a pena conferir. Agora é com a turma.

Para visitar, clique aqui.

domingo, 31 de março de 2013

A ombudsman e os erros da Folha de S. Paulo


Deu hoje na coluna da Suzana Singer, ombudsman da Folha. Recomendo a leitura aos meus alunos.