sábado, 31 de março de 2012

"Cérebro humano precisa do impresso", diz físico canadense

Deu hoje no caderno "Prosa & Verso", de O Globo. Leitura recomendada para alunos de Jornalismo. Para ler é só passar a mãozinha nas imagens abaixo.



segunda-feira, 26 de março de 2012

Manual de redação, segundo Mestre Joaquim

Inspirado no livro "Os imperfeccionistas", de Tom Rachman, já citado aqui no Blog, meu camarada e ídolo Joaquim Ferreira dos Santos escreveu semana passada no Globo um belo texto sobre os jargões das redações. Como prometeu continuar hoje, esperei uma semana para publicar os dois. Antigamente eu dava uma aula na faculdade chamada Leitura de jornal em que trabalhava com os alunos sobre os jargões jornalísticas. Era divertido falar sobre pescoções, barrigas, sutiãs e picas. Tiraram a matéria do currículo para substituir por alguma pérola teórica.

Vale a pena ler os dois textos do mestre Joaquim. É só passar a mãozinha.


domingo, 25 de março de 2012

Jornal de papel só aos domingos?


Deu hoje na coluna do Elio Gaspari, na Folha e no Globo. Bom para estudantes de Jornalismo. Reflitam e debatam.

Folha patrocina projetos de pesquisa. Alô alô, professora Sylvia Moretzohn: como faço para ler esse "O jornalismo além dos jornalistas, o papel dos motoristas de redação na produção de reportagens"?

Deu hoje na Folha. Muito interessante. E gostaria muito de ler esse trabalho da professora Sylvia. Sempre destaquei em minhas aulas o papel dos motoristas numa equipe de reportagem. Bela ideia da professora de transformar isso em livro. Nos meus tempos de O Globo me lembro bem do seu Abel, do Roberto Manga Rosa, do Sidney, do Oswaldo, do Pedro Paraíba (também conhecido como Pedro B@#$%¨&*+ - impublicável aqui) e do Dodô. Escrevi um artigo sobre esse último. Leia aqui.

Blog do Professor PC debate: "É nós vai ou nós vamos"? Ferreira Gullar X professor Marcos Bagno?

De um lado, o jornalista e escritor Ferreira Gullar; de outro, o professor Marcos Bagno. Um deu entrevista para o repórter Guilherme Freitas, publicada sábado no caderno "Prosa & Verso", de O Globo; outro escreveu artigo publicado domingo na Folha de S. Paulo. Recomendo a leitura. Vocês vão entender o debate. Tudo a ver com estudantes de Jornalismo. Para ler é só passar a mãozinha nas imagens.





Leitores reclamam de editorial da Folha defendendo Curió


Deu hoje na coluna da Suzana Singer, ombudsman da Folha. Estou com os leitores. Suzana aproveita e explica como a Folha trata os editoriais do próprio jornal.

sábado, 24 de março de 2012

Chico Anísio, o cara de várias caras



Genial! Pesquei no IG.

História da imprensa paulista, o livro, de Oscar Pilagallo

Como costumo dizer aos meus alunos, compro e leio tudo quanto é livro que tem as palavras imprensa, repórter, reportagem, jornalismo, jornal ... Claro que já encomendei esse livro. Ainda mais pelo que li nas primeiras linhas da matéria de hoje na Folha.



1.513 mortos, 727 sobreviventes, 100 anos de história. Naufrágio do Titanic marcou transformação da imprensa




Deu hoje no Globo. Para ler é só passar a mãozinha.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Blog de alunos da FACHA sobre a revista Realidade já está no ar


Meus alunos de "Projeto de Impressos" da turma da tarde em Botafogo criaram um blog sobre a revista Realidade, que será uma espécie de versão online do impresso. O jornalista Domingos Meirelles, que trabalhou na revista, esteve semana passada na FACHA conversando com os alunos. O próximo entrevistado será Milton Temer, que também trabalhou na revista. O blog ainda está no início. Muita coisa ainda vai rolar. Inclusive a entrevista do Domingos que será publicada em breve. Os alunos aceitam colaborações. Para dar uma espiadinha, clique aqui.

segunda-feira, 19 de março de 2012

domingo, 18 de março de 2012

Acabou o papel, não o Jornalismo

Deu no site da Folha.


Acabou o papel, não o jornalismo

Quando li, no início da semana, a notícia de que a Enciclopédia Britânica migraria do papel para a internet, pensei baixinho: Xi, agora sim que acabou o papel.
Dias depois, descobri, em "El País", que alguém mais havia tido a mesma sensação. "A morte do papel agitou o mundo da cultura, sensível como poucos à queda dos símbolos", escreveu Tereixa Constela.
Que a Britânica era todo um símbolo, nem cabe dúvida. Nascida há 244 anos (1768, em Edimburgo, daí o "Britânica", e editada desde 1902 nos Estados Unidos) era o "Sabe Tudo", título de um livro sobre ela escrito por A.J. Jacobs, hoje editor da revista "Esquire".
Jacobs chorou a morte do "seu" livro: "Partiu um pouco meu coração. Havia algo maravilhosamente concreto em sua versão impressa, e eu adorava a ideia de que todo o conhecimento do mundo poderia estar contido naquelas páginas".
Eu não li toda a Britânica, mas sou de um tempo em que ela realmente era um símbolo poderoso de conhecimento ou, mais precisamente, de busca de conhecimento. Na minha adolescência, era meio que obrigatório para as famílias de classe média-média, como a minha, comprarem todos os volumes (hoje, são 32), vendidos de porta em porta. Claro que era um tempo em que a gente ainda abria a porta para estranhos, sem pensar que poderiam ser assaltantes.
Como a Britânica, a exemplo de qualquer enciclopédia de qualidade, é uma espécie de "Jornal de Todos os Jornais", a morte dela no papel de alguma maneira sinaliza o destino dos próprios jornais, obrigados a transitar para o eletrônico? Eu não sei a resposta, mas acho essencial discutirmos, todos, esse futuro em perspectiva.
Foi o que fez, em conferência inaugural do curso de jornalismo de "El País", a notável jornalista Soledad Gallego-Díaz. Não me atrevo a resumir aqui o que Soledad disse, pelo que remeto o leitor para o link no "El País".
Mas vale chamar a atenção para o espírito da palestra: "De puro medo à morte dos jornais, os jornalistas terminaremos dando um tiro no jornalismo. A pior maneira de suicidar-se é limitar-se a difundir as diferentes versões. Jornalismo é indagar e buscar a verdade".
Bingo, Soledad. Não vou relançar as indagações sobre se existe A Verdade, tema da semana passada, mas vou, sim, difundir uma convocação da jornalista espanhola, que é da minha geração e, portanto, deve compartilhar as mesmas sensações a respeito dessa transição do papel para o eletrônico.
Escreveu Soledad: "Uma maneira de suicidar-se é acreditar que o jornalismo é "nosso", de uma geração determinada de jornalistas, que nos convertemos em seus guardiões, nos guardiões de suas essências e que somos os únicos com direito ou autoridade para exercer seu controle.
Essa é uma ideia bastante letal e funesta, porque leva a não aceitar mudanças, a negar-se a ver as novas realidades e, sobretudo, porque impede precisamente o que mais necessitamos, um debate aberto entre jornalistas de todas as gerações e de todos os diferentes meios, que nos permita recuperar influência como profissionais".
Comentário meu: eu nunca tive esse espírito tão argentino de que "todo tiempo pasado fue mejor", e que, portanto, os velhos jornalistas somos mais jornalistas que os jovens. Mas tampouco acho que devamos ter influência. Acho que excede o limite do nosso papel.
Continuo com Soledad: "Crer que há um grupo que deve proteger o jornalismo das mudanças ou de novas influências é absurdo. Nos suicidaremos se, entre todos, não favorecermos o debate e a análise dessas novas transformações, muitas delas imprescindíveis, mas algumas delas absolutamente contraproducentes.
É preciso falar sobre os benefícios da rapidez, da conectividade, da interrelação com os cidadãos, mas também de seus inconvenientes, de seus perigos, do que favorece e do que prejudica o trabalho jornalístico".
Bingo de novo, Soledad. Nem o "velho" jornalismo nem o "novo" são donos da verdade. Não cabe saudosismo (ou o que a jornalista chama de "utopias regressivas"), mas tampouco é o caso de elevar aos altares, por exemplo, o tal jornalismo cidadão, tão louvado hoje em dia, como se fosse o Santo Graal.
É muito útil, claro, mas, pergunta Soledad, "se, para saber o que se passa em Homs bastam Twitter ou Facebook, por que ali morreu Marie Colvin?"
Refere-se à jornalista norte-americana do britânico Sunday Times que morreu cobrindo o cerco à cidade síria de Homs, precisamente indagando e buscando a verdade. Se a sua verdade fosse publicada em papel ou em formato eletrônico seria indiferente. Essencial é que a busca e a indagação permaneçam vivas, mesmo que morra o papel.
Clóvis Rossi
Clóvis Rossi é repórter especial e membro do Conselho Editorial da Folha, ganhador dos prêmios Maria Moors Cabot (EUA) e da Fundación por un Nuevo Periodismo Iberoamericano. Assina coluna às terças, quintas e domingos no caderno "Mundo". É autor, entre outras obras, de "Enviado Especial: 25 Anos ao Redor do Mundo e "O Que é Jornalismo".

TV Folha e o "rabo preso" com o governo


Deu hoje na coluna da Suzana Singer, ombudsman da Folha. Para ler é só passar a mãozinha.

sábado, 17 de março de 2012

Domingos Meirelles dá entrevista exclusiva na FACHA sobre a revista Realidade


Meu querido amigo e ídolo Domingos Meirelles esteve quinta-feira à tarde com uma de minhas turmas falando sobre a revista Realidade. Os alunos estão produzindo um projeto sobre a maior revista já publicada no Brasil. Além de brilhar no programa "Linha Direta", da TV Globo, e nos bons tempos do Estadão, Domingos também trabalhou na Realidade.

segunda-feira, 12 de março de 2012

domingo, 11 de março de 2012

segunda-feira, 5 de março de 2012

As mancadas da Imprensa: trocaram o Amaury


Deu na Tribuna da Bahia. Pelo menos o coquetel de lançamento vai ter fartura e scotch da melhor qualidade.