quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Descanse em paz, Didi, da Facha Méier


Doce figura. Amava o rádio. Sempre que me via na Facha Méier vinha com mil ideias para colaborar com o Jornal Laboratório, para sugerir a criação de programas de rádio, para falar do seu tricolor. Vai deixar saudades entre professores, funcionários e alunos. Vai com Deus, Didi. Sugira ao Homem montar uma rádio lá em cima.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

JB pode voltar às bancas em março de 2012, informa site "O Repórter"

Será?


EXCLUSIVO: 'Jornal do Brasil' pode voltar para as bancas em 2012

Por Alex de Souza - 00:01:00 - 1371 Views
reprodução

A última edição do JB foi às bancas no dia 31/10/2010
RIO DE JANEIRO (O REPÓRTER) - Após aposentar sua versão impressa em agosto de 2010, o centenário 'Jornal do Brasil' pode chegar novamente às bancas. A afirmação foi feita com exclusividade para O REPÓRTER por Pedro Grossi, advogado, que já ocupou o cargo de vice-presidente do periódico e foi recontratado recentemente pelo empresário baiano Nelson Tanure, dono da holding Docas Investimentos, que administra a marca JB e outras empresas.
Grossi havia deixado o comando do jornal por discordar da migração definitiva do papel para a internet e, assim que o jornal deixou de circular, pediu o seu desligamento. Agora, Tanure parece ter mudado de ideia e quer que o seu executivo redescubra o velho formato e traga lucros que ainda não consegue enxergar no modelo virtual.
Na época da chamada migração do impresso para o digital, a direção do 'JB' chegou a publicar um artigo com 50 itens, os quais explicariam a decisão de abandonar definitivamente a versão impressa. Em um deles, o jornal citava os custos econômicos e ambientais do papel, que julgava "insustentáveis e desnecessários".
A decisão de retomar a versão impressa, porém, pode estar relacionada ao modelo de negócio on-line, que ainda não decolou. Antes da migração para o digital, o 'Jornal do Brasil' contabilizava aproximadamente 120 colaboradores, entre empregados contratados no regime celetista e outros como pessoas jurídicas. Este número foi drasticamente reduzido no novo modelo e, atualmente, cerca de dez jornalistas fazem a atualização do site.
Com muita tranquilidade e se mostrando bastante motivado com o novo desafio, Pedro Grossi, confirmou a O REPÓRTER que pretende ressuscitar o JB de papel e disse que apesar do seu afastamento do jornal, em agosto do ano passado, não deixou de ter contato com Nelson Tanure.
"Eu nunca me afastei do grupo e no fim desse ano recebi o convite do Nelson [Tanure] para viabilizar forças e alavancar o Jornal do Brasil no on-line e, se possível, no impresso também.
Questionado sobre como faria para readaptar o veículo on-line ao papel, Grossi disse que ainda não assumiu as suas funções, o que deve acontecer nos primeiros dias do Ano Novo.
"A partir da próxima semana eu assumo minhas funções junto com a Dra. Angela Moreira [diretora-presidente] e começo as pesquisas de mercado para saber se é possível voltar com o jornal para as bancas. Vou ao mercado publicitário e se eles entenderem que o 'JB' faz falta para o Rio, poderemos retornar na primeira quinzena de março de 2012. O Rio não pode ter apenas dois grupos de informação. O JB ainda tem espaço".
Procurado por nossa reportagem, Nelson Tanure não retornou o contato até o fechamento desta matéria.


Leia mais sobre esse assunto em http://oreporter.com/detalhes.php?id=67850#ixzz1hmAzZtSz 
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

E tinha gente que achava que a Xuxa não tinha paciência com as crianças!

Isso é o que se chama de assessoria esperta!


Pode ter sido ideia dele, que é macaco velho e já foi jornalista. Pode ter sido ideia de um assessor de Imprensa. Não importa se foi vaiado ou não. Problema dele. O que achei interessante foi a estratégia para "desmentir" a nota divulgada na mesma coluna (a de Ancelmo Goes no Globo). Nega e ao mesmo tempo passa uma "imagem simpática". Mas que deve ter sido vaiado no restaurante, deve.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Repórter tem que ser repórter 24 horas


Deu na coluna "Por dentro do Globo". Paulo Roberto é meu camarada e fomos contemporâneos no Globo. É assim que deve agir um bom repórter. Tem gente que acha que não. Fazer o quê? 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

A verdade sobre a saída de Fátima Bernardes do Jornal Nacional




Conheça o verdadeiro motivo que fez a Globo trocar Fátima Bernardes no Jornal Nacional.

Simplesmente ela foi forçada a deixar a função de apresentadora do JN, que exercia há mais de 10 anos, por ter sido considerada superada pelo talento, a desenvoltura, a elegância e simpatia da correspondente da emissora na cidade de Mossoró – RN, que há mais de seis meses vem sendo estratégicamente preparada para assumir a função de âncora do JN, juntamente com o W. Bonner. 

Como a titular foi surpreendida com a substituição em andamento, a Globo designou temporariamente a Patricia Poeta para fazer essa importante transição, até que a nova e definitiva apresentadora conclua os últimos treinamentos que está recebendo da área de Telejornalismo Internacional da Globo.

Estima-se que ela deverá entrar no ar definitivamente na apresentação do fim de ano.

Veja em primeira mão o que seria a estreia da nova estrela, que não foi ao ar porque vazou na net.

A Folha de S. Paulo e o livro Privataria Tucana, segundo a ombudsman do jornal


Deu domingo na Folha. Para ler é só passar a mãozinha.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Dicas de livros e filmes sobre Jornalismo no blog PC Guimarães Repórter


Já há algum tempo que queria criar um espaço só para divulgar livros e filmes sobre Jornalismo. Compro e leio quase todos os livros que têm a palavra Jornalismo, Reportagem, Repórter etc. Por isso criei hoje um Blog só com dicas de livros e filmes. Os livros são todos meus e foram lidos. Quem quiser conhecer o blog PC Guimarães Repórter é só clicar aqui.

sábado, 10 de dezembro de 2011

"O Jornalismo na internet é patético", diz Rafinha Bastos


Também acho que o Rafinha fez merda. E não acho que seja o cara ideal para comentar sobre o jornalismo que se faz na internet. Mas acho que vale a leitura.

Deu hoje na coluna da Mônica Bergamo, na Folha.

O que vai acontecer com o twitter?


Deu hoje na Folha de S. Paulo. Recomendo a leitura.

Os novos jornalistas e as novas tecnologias

Deu no Portal Imprensa. Vale a pena ler.


Jornalistas elegem os gadgets mais cobiçados em período de lançamentos tecnológicos

Tão fundamentais como os antigos bloquinhos e canetas, os aparelhos eletrônicos facilitam o trabalho e encantam os profissionais de comunicação

Pamela Forti* 05/12/2011 11:25
"Sempre olho o Twitter antes de dormir - aquela coisa de estar on-line o tempo todo. E um dia, de madrugada, vi uma notícia, escrevi e já publiquei. Era sobre a compra da Telefonica, e o IDGNow deu em primeira mão", descreve Renato Rodrigues, editor do site. Além de cobrir o setor de tecnologia para o veículo no qual trabalha, Rodrigues é um aficcionado pelo assunto. Graças à mania de manter-se "up-to-date" com os acontecimentos e com as novas tecnologias, o furo acima descrito concretizou-se com facilidade. Em época de internet e conexão banda larga, rapidez é essencial. E as novas tecnologias são grandes parceiras nesse processo.

Para além dos modismos, os aparelhos tecnológicos que se adequam perfeitamente à rotina de quase todos e são ainda mais úteis para um grupo em especial: os jornalistas. Popularmente conhecidos como gadgets, esses aparelhinhos se tornaram, para os profissionais da imprensa, não apenas companheiros das horas vagas, mas ferramentas de trabalho que costumam dar aquela mãozinha nos momentos mais cruciais. Smartphones, tablets, notebooks, netbooks: todos podem fazer a diferença na hora de desenvolver uma pauta. "Fora o tempo em que você está dormindo, o resto você está on-line, por meio de smartphones, tablets etc. Isso mudou muito nos últimos anos, essa proatividade praticamente o tempo todo", diz Rodrigues. Afinal, para que desligar? Para que desconectar? Coisa de jornalista.

A tecnologia já faz parte do cotidiano de quase todos os cidadãos - e, claro, de todas as redações. No período de 24 a 30 de outubro, nos três maiores jornais do país - O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo e O Globo - o tema esteve presente quase que diariamente em diversas editorias. Além dos cadernos especiais, que semanalmente mergulham nesse universo, as notícias sobre o tema surgiram nas editorias de economia, ciência, cidades, cultura, empregos e até mesmo na de esportes.

A cultura da tecnologia já está duplamente instalada na rotina da imprensa, influenciando no complexo processo do "fazer jornalístico" e gerando novas pautas, ideias e novas rotinas de trabalho. "Cada vez que um novo gadget tecnológico é lançado, as editoras aproveitam o momento para lançar publicações especiais dedicadas a essa inovação. Com o aumento do poder aquisi-tivo da classe C e a inclusão digital, também existe uma demanda para publicações que ensinem o 'bê-á-bá' dos computadores", pontua Roberto Muylaert, presidente da Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner).

Produção e consumo
A diferença que as engenhocas tecnológicas fazem na vida de um jornalista é visível, tanto que a Associação Mundial de Jornais e dos Publicadores de Notícias (World Association of Newspapers and News Publishers - WANIFRA) e a Universidade da Carolina do Sul, nos EUA, desenvolveram, sob a tutela do professor Kerry Northrup, a Newsplex - um modelo de redação de alta tecnologia. O projeto foi implantado primeiramente em 2002 numa tentativa de reproduzir o ambiente das redações no futuro. Centenas de jornalistas já receberam treinamento no conceito multimídia e difundem a ideia por todo o mundo. Fato é que a Newsplex começa a se tornar verdade antes mesmo do previsto.

Em uma cobertura de emergência, não são raros os repórteres que já sacaram a câmera digital caseira, fizeram gravações com os próprios celulares e carregaram seus notebooks, por pura conveniência. Nem mesmo o cinto do Batman agregaria tantas funções. "Viajei na semana passada com uma câmera grande, daquelas profissionais, e toda hora que apontava a câmera alguém falava: 'Não pode gravar aqui'. Só consegui gravar imagens com o celular. Se eu sacava a câmera profissional, todos os seguranças já vinham em cima. Mas, com um smartphone equipado com uma lente superboa, consegui driblar os vigias e gravar vídeos em HD que puderam ser usados até mesmo no programa de TV, sem que as pessoas percebessem a diferença de qualidade", conta Igor Lopes, editor-chefe do site "Olhar Digital".

A miniaturização e a portabilidade são importantes aliados dos jornalistas. A imagem do profissional sempre atrapalhado com bloquinho numa mão, caneta na outra, câmera e gravador em punho mudou significativamente e a "convergência" das ferramentas certamente é bem-vinda.

Apesar de ser a febre do momento, o tablet (categoria na qual o iPad é o mais significativo representante) pode não ser o aparelho mais adequado para quem precisa produzir conteúdo com praticidade. Para Bia Kunze, autora do blog "Garota Sem Fio", há opções melhores.

"Em vez de um tablet, no meu dia a dia, eu prefiro uma categoria denominada ultrabook, representada pelo MacBook Air, que é pequeno, extremamente fino, cabe na minha bolsa, e tem uma tela grande, um teclado completo, confortável, já que eu vou escrever bastante. O tablet, embora tenha teclado e permita que você escreva, ainda não dá a agilidade de um teclado convencional".

Embora possam acoplar teclados convencionais, a portabilidade - que é a grande sacada deste tipo de gadget - fica comprometida. Por outro lado, os tablets são excelentes para consumir conteúdo, já que a tela foi projetada especialmente para tornar mais agradável o ato de ler livros, jornais e revistas de forma digital.

As mudanças no cotidiano dos profissionais da imprensa são notórias. As redações tornaram-se mais enxutas à medida que um mesmo profissional pode estar in loco, apurar, escrever quase que simultaneamente enviar a matéria minutos depois pelo seu laptop e dirigir-se a outro evento tranquilamente. "A apuração primária, falar com as pessoas envolvidas na pauta e checar diretamente os dados com a fonte continua essencial. A internet é maravilhosa, um recurso importantíssimo, mas complementar. Ela serve para o jornalista captar tendências, localizar personagens, pesquisar e obter dados para enriquecer a pauta. Desktops, notebooks, tablets e smartphones usados como dispositivo de acesso à web são ferramentas obrigatórias", destaca Airton Lopes, editor de Tecnologia pessoal da revista INFO.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Blogueira é condenada por não ser jornalista

Tá dando no site do Globo.


Blogueira é condenada a pagar US$ 2,5 milhões a empresa

Juiz decidiu que ela não é jornalista e, portanto, não está protegida pelo sigilo de fonte

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RIO - Uma blogueira americana foi condenada a pagar US$ 2,5 milhões a uma firma de investimento sobre a qual escreveu porque, segundo justificou o juiz, ela não é jornalista. O caso reacende o debate sobre a classificação dos blogueiros: eles têm os mesmos direitos e deveres de repórteres e editores que trabalham para grupos de mídia?
O Obsidian Finance Group processou Crystal Cox em janeiro deste ano por difamação pedindo indenização de US$ 10 milhões. Ela, que se denomina uma blogueira investigativa, havia escrito diversos textos desfavoráveis à Obsidian e a um dos seus fundadores, Kevin Padrick.
O juiz Marco A. Hernandez, de uma côrte distrital do Oregon, preferiu restringir sua sentença a apenas um dos artigos de Cox, em que ela acusa Padrick de mentir e desviar dinheiro, porque o texto seria o mais factual deles. Hernandez pediu que Cox revelasse o nome do ex-funcionário da Obsidian que serviu como fonte das informações, mas ela se negou argumentando que jornalistas têm direito a sigilo de fonte.
O juiz decidiu então que ela deveria pagar US$ 2,5 milhões de indenização à Obsidian porque ela era apenas uma blogueira e, portanto, não estava coberta pela legislação do Oregon que protege as fontes dos jornalistas. Hernandez disse que Cox não é “afiliada a qualquer jornal, revista, periódico, livro, panfleto, serviço ou agência de notícias, rede ou estação de transmissão ou rede de TV a cabo”.
O caso é polêmico. Alguns acreditam que, no cenário midiático contemporâneo, o blog é, sim, um canal legítimo para divulgação de notícias, e o trabalho do blogueiro não é em nada diferente do de um repórter de jornal, por exemplo. Mas há também quem tenha lido o trabalho de Cox e diga que ele não tem nada a ver com conteúdo jornalístico.
A jornalista Kashmir Hill, da revista “Forbes”, acha, por exemplo, que os post de Cox sobre a Obsidian são parte de uma campanha de difamação com apuração frouxa cujo único objetivo é destruir a empresa.


Leia mais sobre esse assunto em

"Jornalistas e Cia." divulga livro "Edição de Impressos", de PC Guimarães


Obrigado Eduardo Ribeiro, obrigado Wilson Baroncelli.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Um dia na vida de uma jornalista moderna e conectada


Deu hoje no Globo. Leitura essencial para estudantes de Comunicação que ainda vivem no tempo do cuspe e do giz e ainda não entenderam que as coisas mudaram.

Para ler é só passar a mãozinha.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Edição de impressos. O primeiro livro de PC Guimarães

Amigos e amigas (especialmente meus alunos, ex-alunos e colegas jornalistas e professores): tenho uma filha, plantei uma árvore (na Terra Santa em 1984) e ... acabo de publicar o que, espero, seja o meu primeiro livro. Gostaria de dividir essa alegria com vocês. É um livro didático, encomendado, editado e publicado pela Faculdades CCAA e não será vendido em livrarias. Em breve informarei a vocês se estará disponível para estudantes de outras faculdades. Aos meus alunos e colegas da FACHA, aviso que vou doar dois exemplares para as bibliotecas de Botafogo e do Méier.

A lista de agradecimentos é grande. Com a imparcialidade de sempre, entrevistei 19 jornalistas para escrever o livro: André Hippert, Antônio Maria, Ary Moraes, Cláudia Antunes, Cláudio Prudente, Eduardo Ribeiro, Ernesto Rodrigues, João Batista Natali, Jorge Antônio Barros, Luiz Egypto, Mário Magalhães, Maurício Menezes (autor do texto de apresentação), Milton Coelho da Graça, Moacir Japiassu, Paulo Márcio Vaz, Paulo Romeu Neto, Rafael Roldão, Renato Dalcin e Sylvio Marinho.




A apresentação foi escrita pelo meu querido amigo framenguista Maurício Menezes

"Fátima Bernardes abandona Bonner e vai fazer programa". Jornalismo popular é isso aí


Bela sacada de capa do Meia Hora de hoje.