terça-feira, 31 de março de 2009

Antologia do Colunismo: Chico Buarque, Rei da Bossa Nova"!



O dia hoje foi bastante produtivo (ver posts abaixo). Essa nota saiu hoje na coluna do Joaquim, no Globo.

Jornalistas x Publicitários: Maurício Menezes x Lula Vieira



Deu hoje na coluna do Joaquim , no Globo. Esse show promete.

Passageiros vindos do exterior desembarcam no Brasil?!



O dia hoje está bom (ver post abaixo). Quem mandou a pérola foi o Roberto da Solange. Com o comentário: "Existe outra forma de desembarcar no Brasil?".

Retrato falado com cheiro? Ou será que ele usava colírio e óculos escuros?





Daniele Garcia, minha ex-aluna, sempre atenta, mandou. Que polícia eficiente, sô! Como conseguiu descobrir, através de um retrato falado, que o bandido estava drogado?

Deu no jornal "Destak", distribuído gratuitamente no metrô do Rio. De graça (ou melhor, 0800) vale quase tudo?

E tem gente que ainda sente saudades do Golpe Militar e da Ditadura!






http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/assistir.jhtm?media=festa-pelo-golpe-de-1964-cria-polemica-no-rio-de-janeiro-04023462E4819326

Há 45 anos, os militares tomaram o poder no Brasil. Fizeram "o diabo", como diria mestre João Saldanha. Mas tem gente que sente saudades. É preciso estar SEMPRE atento e forte para que uma desgraça como essa nunca mais aconteça no nosso país. O UOL está divulgando um vídeo mostrando os dois lados do Golpe - de um lado os que torturaram, mataram e se beneficiaram; do outro os que foram torturados, perseguidos e prejudicados. Quem tiver um tempo deve ler os comentários. Tem gente que sente saudades dessas imagens que ilustram este post. Tem gosto para tudo.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Antologia do Colunismo: "Não é o PC, não é o PC!"



Meus amigos: meu computador "deu pau" e estive alguns dias ausente. Mas, como diria PEDRO BIAL no BBB: "Estamos de volta!". A nota acima foi publicada na coluna do Ancelmo. Hilária! E esse Guimarães não sou eu. Vou logo avisando.

O meu, o seu, o nosso jornal diário

Meus amigos: meu computador "deu pau" e estive alguns dias ausente. Mas, como diria PEDRO BIAL no BBB: "Estamos de volta!". Vale a pena ler o texto abaixo, publicado na Folha.

O meu jornal diário

Ao contrário do jornal, internet nos leva a buscar ideias afins às nossas e vai nos isolar ainda mais em nossas câmaras políticas hermeticamente fechadas

NICHOLAS D. KRISTOF
DO "NEW YORK TIMES"


Alguns dos obituários mais recentes não estão saindo nos jornais, mas são dos jornais. O "Seattle Post-Intelligencer" é o mais recente a desaparecer, excetuando um resquício de que vai existir só no ciberespaço, e o público está cada vez mais buscando as notícias que consome não nas grandes redes de televisão ou em fontes impressas em tinta sobre árvores mortas, mas em suas incursões on-line.

Quando navegamos on-line, cada um de nós é seu próprio editor, o guardião de sua própria entrada. Selecionamos o tipo de notícias e opiniões de que mais gostamos.

Nicholas Negroponte, do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), chamou a esse produto noticioso emergente "O Meu Jornal Diário". E, se isso for uma tendência, que Deus nos salve de nós mesmos.

Isso porque existem provas bastante convincentes de que, em geral, não desejamos realmente informações confiáveis, e sim as que confirmem nossas ideias preconcebidas. Podemos acreditar intelectualmente no valor do choque de opiniões, mas na prática gostamos de nos encerrar no útero tranquilizador de uma câmara de ecos. Um estudo clássico enviou despachos a republicanos e democratas, oferecendo-lhes vários tipos de pesquisas políticas, ostensivamente de uma fonte neutra. Os dois grupos mostraram mais interesse em receber argumentos inteligentes que corroborassem suas ideias preexistentes.

Também houve interesse mediano em receber argumentos tolos em favor das posições do outro partido (nós nos sentimos bem quando podemos caricaturar os outros). Mas houve pouco interesse em estudar argumentos sólidos que pudessem enfraquecer as posições anteriores de cada um. Essa constatação geral foi repetida muitas vezes, como observou o autor e ensaísta Farhad Manjoo em 2008 em seu ótimo livro "True Enough: Learning to Live in a Post-Fact Society" [Verdade Suficiente: aprendendo a viver numa sociedade pós-fatos].

Permita que deixe uma coisa clara: eu mesmo às vezes sou culpado de buscar verdades na web de maneira seletiva. O blog no qual busco análises sobre notícias do Oriente Médio frequentemente é o do professor Juan Cole, porque ele é inteligente, bem informado e sensato -em outras palavras, frequentemente concordo com ele. É menos provável que leia o blog de Daniel Pipes, especialista em Oriente Médio que é inteligente e bem informado -mas que me parece menos sensato, em parte porque frequentemente discordo dele.

Segregação

O efeito do "Meu Jornal" seria nos isolar ainda mais em nossas câmaras políticas hermeticamente fechadas. Um dos livros mais fascinantes de 2008 foi "The Big Sort: Why the Clustering of Like-Minded America is Tearing Us Apart" [A grande classificação: porque a divisão da América em agrupamentos de ideias iguais nos está dividindo], de Bill Bishop.

Ele argumenta que os americanos vêm se segregando em comunidades, clubes e igrejas onde são cercados por pessoas que pensam como eles.

Hoje, diz Bishop, quase metade dos americanos vive em condados que votam por maioria avassaladora em candidatos democratas ou republicanos.

Nos anos 60 e 70, em eleições nacionais igualmente disputadas, só cerca de um terço dos eleitores vivia em condados que apresentavam maiorias avassaladoras nas eleições.

"O país está ficando mais politicamente segregado -e o benefício que deveria advir da presença de uma diversidade de opiniões se perde para o sentimento de estar com a razão que é próprio dos grupos homogêneos", escreve Bishop.

Um estudo que abrangeu 12 países concluiu que os americanos são os que demonstram menos tendência a discutir política com pessoas de visões diferentes, e isso se aplica especialmente aos mais bem instruídos. Pessoas que não concluíram o ensino médio tinham o grupo mais diversificado de pessoas com quem discutiam ideias. Já as que tinham concluído a faculdade conseguiam colocar-se ao abrigo de ideias que lhes eram incômodas.

O resultado disso é a polarização e a intolerância. Cass Sunstein, professor de direito em Harvard que agora trabalha para o presidente Obama, fez uma pesquisa que mostrou que, quando progressistas ou conservadores discutem questões como ação afirmativa ou mudanças climáticas com pessoas que pensam como eles, suas ideias rapidamente se tornam mais homogêneas e mais extremas que antes da discussão.

Em um estudo, alguns progressistas inicialmente temiam que as ações para enfrentar as mudanças climáticas pudessem prejudicar os pobres, enquanto alguns conservadores inicialmente se mostravam a favor da ação afirmativa. Mas, depois de discutir a questão durante 15 minutos com pessoas que pensavam como eles, os progressistas se tornavam mais progressistas, e os conservadores, mais conservadores. O declínio da mídia noticiosa tradicional vai acelerar a ascensão do "Meu Jornal"; vamos nos irritar menos com o que lemos e veremos nossas ideias preconcebidas confirmadas com mais frequência. O perigo é que esse "noticiário" autosselecionado aja como entorpecente, mergulhando-nos num estupor autoconfiante por meio do qual enxergaremos as coisas em preto e branco, sendo que os fatos normalmente se desenrolam em tons de cinza.

Qual seria a solução? Incentivos fiscais para progressistas que assistam a Bill O'Reilly [comentarista do canal conservador Fox News] ou conservadores que vejam Keith Olbermann [âncora do canal progressista MSNBC]? Não -enquanto o presidente Obama não nos dá o atendimento médico universal, não podemos correr o risco de um aumento grande no número de infartos.

Então talvez a única maneira de avançar seja que cada um se esforce por conta própria para fazer uma malhação intelectual, enfrentando parceiros de discussão cujas opiniões deploramos. Pense nisso como uma sessão diária de exercícios mentais análoga a uma ida à academia: se você não se exercitou até transpirar, não valeu. Agora, com licença. Vou ler a página de editoriais do "Wall Street Journal".

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Tradução de CLARA ALLAIN

Jornalismo Impresso X Jornalismo Eletrônico

Meus amigos: meu computador "deu pau" e estive alguns dias ausente. Mas, como diria PEDRO BIAL no BBB: "Estamos de volta!". Vale a pena ler o texto abaixo, publicado ontem na coluna do Carlos Eduardo Lins da Silva, ombudsman da Folha.

Castelos de papel, tela e areia

Mais do que nunca, é preciso cuidar para que a qualidade sempre exigida no jornalismo impresso se mantenha no jornalismo eletrônico

OS TEMPOS são terríveis para os jornais impressos nos EUA e na Europa. A crise econômica acelerou o desgaste do modelo econômico dessa indústria nos países centrais do capitalismo e os efeitos são visíveis.

Na sexta-feira, circulou a última edição em papel do centenário e excelente "Christian Science Monitor". Na quinta, o "New York Times" anunciou corte de 5% por nove meses no salário de quase todo o seu pessoal, mais um gesto extremo para tentar melhorar suas contas, e o "Washington Post" deu partida a processo de demissões voluntárias.

Na terça, quatro cidades do Estado de Michigan, inclusive Ann Arbor, sede da Universidade de Michigan, souberam que este ano ficarão sem nenhum jornal impresso porque o único em cada uma delas (todos pertencentes a uma rede) vai deixar de circular.

Semanas atrás, dois tradicionais títulos, o "Rocky Mountain News" e o "Seattle Post Intelligencer" haviam deixado de rodar e passado a operar só na internet.
A Federação Europeia de Jornalistas, em atitude clara de desespero, pediu aos líderes dos partidos no Parlamento Europeu que os governos salvem os jornais impressos, "pedra angular da democracia europeia", segundo dizem no documento.
A administração Sarkozy, na França, já seguiu nessa direção com um pacote de 600 milhões de euros de socorro aos diários. Nos EUA, o senador Benjamin Cardin, democrata do Maryland, argumenta com seus pares que os jornais merecem tanto auxílio quanto os bancos.

Esse apelo ao Estado é um atentado contra o princípio essencial da independência, condição indispensável para o exercício do bom jornalismo. A sobreviver como apêndice de governos, é melhor perecer.

Apesar de todos esses indícios, e dos prenúncios sombrios para os jornais no mais recente relatório do "State of the News Media" (http://www.stateofthenewsmedia.org/2009/index.htm), o jogo ainda não está jogado nem lá nem muito menos aqui no Brasil.
Mas a tendência da migração do jornalismo do papel para a tela é irredutível, mesmo que as versões impressas se mantenham. Por isso, mais do que nunca, é preciso cuidar para que a qualidade sempre exigida no produto impresso se mantenha no eletrônico.

Esta semana, na cobertura da Operação Castelo de Areia, a versão on-line da Folha deu uma derrapada feia, em decorrência de vícios estruturais dessa plataforma: a pressa em colocar no ar informações e a frouxidão dos controles.

Das 8h41 às 10h30 de quinta-feira, a terceira chamada da página inicial da Folha Online tinha um título errado ("PT pode ser investigado por doações da Camargo"), sem nenhuma base nas informações disponíveis. O erro, que não apareceu no jornal impresso, foi corrigido e o título mudado.

O rigor e o cuidado imprescindíveis no jornal impresso devem ser obrigatórios no eletrônico. As sociedades democráticas podem até sobreviver sem jornalismo de papel, mas sem jornalismo independente serão castelos de areia.

domingo, 22 de março de 2009

Livro novo sobre ética no Jornalismo



Não li e gostei. Caio foi ombudsman da Folha e sabe das coisas.

Sobre gafes e pedidos de desculpas



A gafe do presidente Barack Obama, ao dizer que poderia competir com os paraolímpicos por causa do seu mau desempenho nas pistas de boliche, me fez lembrar uma "mancada" do meu camarada Renato Maurício Prado, publicada há alguns em sua coluna no Globo. Renato fez um comentário infeliz sobre o ex-pugilista Muhamad Ali, mas depois admitiu a "bola fora" e pediu desculpas pela brincadeira. Espero que Renato não fique chateado comigo se souber desse post. Mesmo porque errar é humano e ele admitiu, com muita dignidade, a sua falha. Mas os dois casos valem como reflexão para os estudantes e jovens repórteres que visitam o blog.

"É preciso cuidar do leitor mais velho", Carlos Eduardo Lins da Silva

Bela reflexão do ombudsman Carlos Eduardo Lins da Silva na Folha de hoje. Leitura imperdível.

É preciso cuidar do leitor mais velho

O jornal não pode se contentar com esforços esporádicos no trato de temas do interesse dos mais idosos; tem de renová-los diariamente

NINGUÉM gosta de envelhecer. Mas como a opção é pior, todos continuamos a comemorar aniversários como se cada ano a mais de vida fosse mesmo algo a ser festejado.
Um dos problemas básicos da indústria do jornalismo impresso no mundo tem sido o progressivo envelhecimento da audiência.

Phyllis McGinley, autora americana de livros infantis, popular nos anos 1940, fez um poeminha chamado "As Sete Idades do Assinante de Jornal", daquela década, em que descrevia a relação típica do leitor com seu diário ao longo da vida naqueles bons tempos.

O problema é que na tipologia de McGinley os que procuram no jornal primeiro os quadrinhos, os esportes e outros assuntos de crianças e jovens, diminuem. E crescem os que buscam antes de mais nada os obituários.

Em 1 de fevereiro, esta coluna tentou mostrar que a Folha tem feito muito menos do que deve para atrair e reter o público jovem.

No domingo, com o suplemento especial "Maioridade", ela demonstrou preocupar-se com o mais idoso. Faz bem. Tomara que prossiga.

Essa camada demográfica aumenta no país, seus problemas coletivos são relativamente novos para a sociedade brasileira, pouco explorados jornalisticamente e relevantes.
A maioria dos leitores que se manifestaram sobre o caderno o aprovou, como eu. Quase tudo foi bem feito: das artes à diagramação, dos textos às fotos, da pauta à edição, com destaque para o corpo maior do que o habitual na tipologia usada.

Havia, é claro, problemas. Edelmar Ulrich, da Associação dos Familiares e Amigos dos Idosos, apontou um. "Onde estão os números de idosos colocados em asilos, clínicas geriátricas ou simplesmente vivendo isolados em apartamentos, fundos de quintais? Onde entrevistaram os acamados, cadeirantes por fragilidades diversas? Onde estão os AVCs? Parkinson? Esquizofrênicos? Deficientes e demências em geral?", perguntou.

A pesquisa parece ter ignorado essa parcela considerável da população com mais de 60 anos e se concentrou nos felizes, ativos e conscientes. O jornal precisa voltar ao tema para mostrar melhor esse aspecto.

José Ricardo Oliva Hernandes reclamou de que o caderno tratou pouco e a seu ver mal da questão da aposentadoria: "[A Folha] nas entrelinhas do especial "maioridade", compara Previdência Pública com programas sociais de ocasião como Bolsa Família. Não sabe que para ter direito a aposentadoria o trabalhador paga caro, por anos a fio. A Folha não procurou saber por que os recursos previdenciários são usados ilegalmente, por exemplo, na construção de obras públicas".

O mais importante é que o jornal não pode se contentar com esforços esporádicos ainda que bem realizados, como este no trato dos temas do interesse dos seus leitores mais idosos. Precisa renová-los diariamente.

A idade média do leitor da Folha, informa a sua direção, é de 45 anos. Mas se não levar a sério a tarefa de agradar aos que tem mais de 60 e menos de 20, suas dificuldades futuras serão enormes.

Imagem pública: a Mídia demonizava Clodovil?

Mais um belo artigo de Cony na Folha de hoje. Reflexão interessante.

Imagem pública
CARLOS HEITOR CONY

Carta de leitor na edição da última quarta-feira, comentando a morte de Clodovil Hernandez, lamenta que somente agora, com os obituários publicados, ficou sabendo que ele apresentara um projeto reduzindo o número de deputados - acho que pela metade.

Eu também ignorava este projeto do polêmico parlamentar e acredito que muita gente também não sabia que, além de criar alguns casos próprios de seu temperamento, ele tivera uma belíssima ideia, que um dia, acredito, será retomada.

Será uma batalha difícil. O número de deputados é regulado por lei maior e proporcional ao colégio eleitoral de cada Estado. É evidente que Clodovil, sozinho, não teria condições de modificar a situação. Mas a ideia é boa e muita gente pensa como ele, inclusive o autor destas mal traçadas - e bota mal traçadas nisso.

O motivo da desinformação é simples. A mídia habituou-se a discriminar o universo -seja ele o universo político, econômico, ideológico, social ou artístico - em duas categorias distintas e imutáveis: a dos eleitos e a dos réprobos, a dos bons e a dos maus, caretas e bacanas, vestais e pecadores.

Por diversos motivos, Clodovil pertencia à banda demonizada pelas cultas gentes. Se descobrisse a cura do câncer, o elixir da juventude, o Santo Graal, a quadratura do círculo, os ossos de Dana de Teffé, ninguém saberia.

Em compensação, todos saberíamos que ele usava pijamas de seda com dragões pintados nas costas e que suas cuecas tinham gravado o nome dele encimado por uma coroa de duque.

Na pauta das edições, em jornais, revistas, rádios ou TVs, qualquer notícia relativa a essa sub-humanidade só merece destaque quando acentua e amplia a enormidade da breguice que lhe é atribuída. Chamam a isso de "imagem pública".

O sucesso dos jornais populares: AGORA



Deu hoje na Folha de S. Paulo. Vale a pena ler.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Rio/Vassouras. De bicicleta!!!




Minha aluna Thais Cardoso conta em seu blog "Diário de uma Mulher de Ciclos" (http://umamulherdeciclos.blogspot.com/) suas aventuras de bicicleta por ruas e estradas. Nesse fim-de-semana ela está indo de bike até Vassouras, cidade serrana do Rio, cerca de 150 quilômetros da capital. Caraca! Que disposição e fôlego. Não consigo subir nem uma curva do Alto da Boa Vista (o pessoal do Rio sabe do que estou falando).

Off legal



Deu ontem na coluna "Por dentro do Globo". Ponto para o Camarotti. Lembro que na era pré-digital fiz algo um pouco parecido. "Furei" uma reunião "secreta" do então governador Brizola no Palácio Laranjeiras. A história é longa.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Ruy Castro e o kkkkkkkkkkkkkkkkkk



Belo artigo do Ruy Castro na Folha de hoje. Por que não pensei nisso antes!!!????

Esses assessores! Xexeo e a namorada do Marcos Paulo (mais uma)



Deu na coluna do Xexeo.

Febeapa vive: eita prefeitinho pra gostar de repressão



Eduardo Paes resolveu perseguir - também - os ciclistas. Nunca vi besteira igual desse prefeitinho repressor. Ah se Stanislaw fosse vivo!

A foto saiu no Globo.

Faltou comentar



Não deu pra comentar semana passada a bela foto de Moacyr Lopes Júnior publicada na Folha. Diz tudo.

Seminário sobre Mídia e Violência



Meu camarada Gustavo Barreto mandou a dica. Parece interessante.

terça-feira, 17 de março de 2009

Cony e a canoa



Comentei hoje com meus alunos de Técnica de Reportagem sobre este texto do Cony publicado na Folha de hoje. Típico exemplo de como é possível fazer uma "limonada sem limão". Cony é um tremendo observador do cotidiano, um grande cronista. Vale a pena ler.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Antologia do colunismo. Mais parece um fraldão



Também acho horrível a calça saruel. Parece que a pessoa está "de saco cheio", sô!

Deu hoje na coluna do Joaquim Ferreira dos Santos.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Reboque de carros populares, sim; iluminação e segurança, não



Dois dias depois do "choque de ordem" que rebocou sem nenhum aviso prévio (considerando que o estacionamento noturno na porta da FACHA, já ocorre há anos, por absoluta falta de opção) os carros de diversos alunos da FACHA, a única iluminação da Rua Buniz Barreto era o letreiro da própria Faculdade. (Texto e foto: Lauro Filho).

quarta-feira, 4 de março de 2009

Deixem o Léo trabalhar!



Além de rebocar os carros de jovens que vão estudar numa área em que o Poder Público não garante a segurança das pessoas, a Prefeitura de EDUARDO PAES está impedindo o Léo do Sanduíches de trabalhar. Léo é uma figura querida dos estudantes e sua presença é indispensável na porta da FACHA. Por que o pessoal da Prefeitura não arranja um trabalho pra fazer? As ruas estão esburacadas (e o IPVA é caro pra caramba) e a Guarda Municipal bem que poderia ajudar na segurança dos bairros, em vez de ficar perseguindo motoristas e batendo em camelôs.

terça-feira, 3 de março de 2009

Indústria da Multa ataca estudantes da FACHA. Mas permite estacionamento de carros de luxo no calçadão do Copacabana Palace





Estudantes da FACHA Botafogo foram surpreendidos ontem, por volta de 20h, por guardas municipais da PREFEITURA DE EDUARDO PAES, que rebocaram diversos carros estacionados do lado esquerdo da pista da Muniz Barreto. Próximo à FACHA, como todos sabem, há poucas opções de estacionamento e, PIOR, não existe a menor segurança. É comum alunos, professores e funcionários da Faculdade serem assaltados nas proximidades. Mas as "autoridades" não se preocupam com a segurança das pessoas. Só querem arrecadar com essa maldita Indústria da Multa, uma grande picaretagem oficial.

Com a palavra, o prefeito Eduardo Paes.

Curioso que o mesmo não ocorre em frente ao Hotel Copacabana Palace, onde carros de luxo (ao contrário dos carros populares dos alunos) param na calçada e nada acontece.

Que governo é esse? Vai continuar repetindo as ações de Conde e de Cesar Maia?

As fotos são de Lauro Filho.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Deixem o Marcelo Yuca em paz, porra!



Marcelo Yuca é um tremendo cara. Do bem. Foi assaltado mais uma vez. Não merece. Quando é que o Estado vai cumprir a sua parte e trabalhar direito? Só sabe fazer blitz para correr atrás de quem não conseguiu pagar o IPVA ou cometeu algum pequeno delito.

Mas jamais dá garantias às pessoas de bem.