sexta-feira, 19 de junho de 2009

Em breve nas bancas: Receitas de como fazer um jornal

Pesquei essa maravilha de charge no grupo de debates da Federação Nacional dos Professores de Jornalismo (FNPJ). Reproduzo a mensagem informal da professora Cristina:

"Como até ontem não conseguia organizar minhas idéias e só escrevia ou pensava impulsivamente, com raiva ou tristeza profunda, decepção...lendo seu texto me apoderei dele. É como se você escrevesse por mim, por muitos de nós. Traduzisse o que está dentro de cada jornalista, aluno de jornalismo, professor..

Abaixo coloco a charge do Clayton. Ele é chargista do Jornal O POVO, de Fortaleza. Foi meu aluno de jornalismo. Passou 4 anos indo pra faculdade à noite, depois do trabalho. Queria ter a formação de jornalista, entender melhor a profissão dos colegas e, quem sabe, até se arriscar também nas letras e não só nos traços. Apesar do cansaço, era muito empolgado. Discutia, lia, questionava, aprendia, apresentava seminários... estava em formação. Passou por McLuhan, Canclini, Escola de Frankfurt, Lei de Imprensa, Técnicas de REportagem e Entrevista, Estágio.....entendia cada vez mais o mundo da comunicação, do jornalismo.? ?

E melhorava a cada dia seu texto. Se formou no ano passado, se não me engano. Fico pensando no que sente agora. Talvez a charge diga tudo".

2 comentários:

Andrezza Nicolau disse...

Para que diploma? Em um país onde cantor brega vira deputado federal, um foragido da polícia era ministro da casa civil, entre vários outros exemplos, e quantos exemplos! Daqui a pouco, curandeiros vão poder ser chamados de médicos! Uma vergonha o que estão fazendo com esse Brasil ...

pc guimarães disse...

E juiz acusa juiz de andar com capangas.